Terminator: Salvation tem uma história inédita que se passa em 2016 – dois anos antes do enredo do filme. A paisagem de Los Angeles é pós-apocalíptica e um exército de exterminadores vaga em busca dos humanos refugiados. Entre eles, o protagonista John Connor. Na trama, o personagem ainda não é líder da revolução contra as máquinas e luta para salvar colegas que estão em perigo.E logo, começa a ação. Em terceira pessoa, o jogo tem um estilo que, de longe, lembra Gears of War. O personagem pode ficar se esgueirando entre as paredes para usar de cobertura e atirar nos adversários. Mas as semelhanças param por aí.
Os gráficos do jogo são relativamente bons e reproduzem o que vemos nos cinemas. Ponto positivo. Porém, são vários fatores negativos que desanimam. Há um excesso de carregamento de fases (loadings), o que tira a dinâmica da coisa. A jogabilidade também é fraca e os movimentos são limitados. Além disso, a trama é linear demais.Em relação a inteligência artificial, há pontos altos e baixos. Por hora, os combatentes aliados são úteis e ajudam contra os adversários. Em outros momentos, eles ficam perdidos pelo cenário. Sorte que é possível jogar entre duas pessoas, mas apenas no modo offline.
Um atrativo para os brasileiros é que o título tem legendas em português. Ainda há cenas com veículos que diversificam um pouco a aventura. Em geral, Terminator: Salvation não chega a empolgar e é indicado para os fãs da franquia.
8,0
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